domingo, 29 de março de 2015




Eu sou aquele que voa com asas de papel
Mergulhado, por inteiro, num mar de fel
(Sem ver)
Espalhando um sorriso aberto
Numa torre de babel,
(Que repele)
Sem pestanejar
Aquilo em que nenhum de nós se atreve a pensar.
Solto,
Na tua pele,
Persigo sem dor
O que resta do trono real
(Personificado por ti)
Bela e leal,
Sem mágoas,
Só tu...
Nem bem nem mal
Apenas única e fatal!

"Voo numa tarde perdida no tempo"

Vítor Fernandes